Ainda observando

Consegui pensar saber o que quer dizer amor por duas vezes na minha vida, como assim? Encontrei uma garota que me perdi por ela, mas era garoto que só e por isso qualquer brisa forte poderia me abalar. Esquecendo está falha da minha vida mas a tendo na memória para tentar nunca comer da mesma gororoba tenho tentado estabelecer várias formas do bom viver após isto mas logo em seguida, após alguns equívocos, encontrei alguém, que não sei se pela proximidade do paraíso que me prendia a meu gosto ou por fato real estava para como o mel dentre os doces.
Ali vi ser fundada tudo que queria para mim, e o pior de tudo, já vinha pronta. Superando isso, ou apenas tentando ignorar todos os dias, padeci novamente por alguma decisão mal tomada.
À primeira sei que falei demais e fiz de menos, acabei por jurar o mundo e não ter sequer bolsos. Pela segunda, no ânimo de não cair figurinha repetida, tentei fazer mais e não prometer tanto, nada se possível.
Perdi muito, se não quase tudo, que havia construído durante muito tempo, além de arriscar outros ítens. Por minha vontade, entremos em detalhes.
Meu carro não sabe mais como fechar seus vidros das portas por não haver mais comando que o conveça disto, faz barulho que assusta e me recorda quando chegou até mim com o escape rompido e proferia maior barulho que o seu sistema de som, também vale lembrar que seu volante foi tirado do lugar por ter quebrado uma peça no conjunto de direção e o volante foi recolocado de forma não analógica me desorientando por algumas vezes. Rodas recém adquiridas, agora com riscos em ordem aleatória foram aderidos.
Meus computadores, instrumentos de trabalhos, se encontravam às peças espalhados pelos cantos da cidade onde fui catando o que conseguia aos poucos, entre o que não consegui encontrar vi a impossibilidade de recolocá-los em funcionamento.
Pelo fato de ter trabalhado com eles acabei sempre me cobrando uma poupança e então todo dia primeiro de cada mês, depois de trabalhar de segunda a segunda, era depositado em banco. Hoje não tenho sequer dois dígitos na carteira e pouco para contar história guardado.
Vamos esquecer a maioria dos fatos, como o tempo produtivo disperdiçado em que me empenhei em atividades não remuneradas como este blog ou as tardes que olhava para lugar nenhum por pura falta de perpectiva sobre como gastar meu tempo.
Sem, claro, esquecer o desgaste físico acarretado, já que pelo menos as horas de fisiculturismo necessárias para restabelecer minha força muscular em meus joelhos fracos foram deixadas de lado, entre outros fatores como o próprio sedentarismo que me ocupava e o recente stress que me consumia.
De conclusão, não sei mesmo como viver. Lembro que sempre me repito em dizer que fico a observar a vida, e não uso de falsa modéstia quando digo que ainda não aprendi nada. Depois de tanto ver, ainda não sei fazer.
Do primeiro erro, nada se valhe a lembrar, passado enterrado. A este, fica a lembrança de talvez não ter feito exatamente tudo errado, é fato simples que o que fiz não chegou a ser um sacrifício, e a uma visão de terceiro a pessoa a qual me dediquei ter me dedicado o seu tempo vago enquanto não queria trabalhar fosse de semelhança em peso.
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2 comentários:

lela disse...

DEVIA TER COMPLICADO MENOS,
TRABALHADO MENOS
DEVIA TER VISTO O SOL SE PÔR..
DEVIA TER ME IMPORTADO MENOS,
COMPLICADO MENOS
TER MORRIDO DE AMOR..

Foram tantos desacertos!

Dame sans merci disse...

Auto-confessionalismo....rsrs...mas com bom corpo de texto,coeso...bem,bem...tem estilo,cumpriu bem a tarefa garoto!!!